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A Apologética Cristã não é o ataque a pessoas, instituições ou organizações, mas a defesa do evangelho de Cristo, do Seu senhorio, de Sua verdade absoluta e da arquitetura do Seu plano de resgate do homem, estabelecidos por Ele em seus decretos eternos.

Nossa meta é, portanto, combater o engano do qual anteriormente fomos presas, e do qual fomos resgatados não pelos nossos méritos, perspicácia ou sabedoria, mas pela incompreensível manifestação da Sua Graça. E é a plena compreensão disto que nos tira por completo o direito ao ataque a pessoas que hoje se encontram exatamente onde estivemos, ao mesmo tempo em que nos dá o pleno direito ao combate ao engano que as acorrenta e ao qual já fomos anteriormente acorrentados.

A fé cristã é mais que declarações verdadeiras e doutrinas corretas. Se tudo o que fazemos é defender um conjunto de proposições e doutrinas, rapidamente seremos frustrados. A fé cristã precisa ser pessoal, experiencial e transformadora. Nossa vida é a nossa forma mais efetiva e eficaz de apologética.

Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fide, Solus Christus, Soli Deo Gloria!

Esta é a nossa meta.

Reforma&Razão

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20 Maio 2010

Alguns Dias



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Por uma combinação de fatores - dificuldades e impossibilidades alheias à minha vontade -, não haverá postagens nos próximos dias. Gostaria que me perdoassem, registrando, entretanto, que dentro de alguns dias ou semanas, se assim Deus permitir, as postagens estarão de volta.

Gostaria de aproveitar para agradecer a todos que têm dado sentido e significado a este blog, isto é, vocês – os leitores – sem os quais este trabalho seria absolutamente inócuo e sem sentido.  Obrigado aos que nos apóiam e nos seguem via Google Friend Conect, RSS/Feedburner, Twitter e Facebook, àqueles que nos retuítam, que postam comentários, que repostam os textos, enfim, a todos os nossos companheiros de jornada. Creio que esta é a primeira vez que tenho a oportunidade de agradecer e declarar a importância de cada um.

Muito Obrigado e até muito breve,
  

Reforma&Razão - Maio/2010

11 Maio 2010

Moralismo



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Sempre que a história de Davi e Golias é usada para motivá-lo a pensar sobre os “Golias” em sua vida e as "Sete Pedras da Vitória" utilizadas para derrotá-los, você é vítima de uma pregação moralista. O mesmo acontece quando a intenção principal do sermão é lhe dar um herói bíblico para ser imitado ou um vilão para ensinar uma lição, tal como o "crime não compensa", ou "o pecado não te torna realmente feliz”. Ler ou ouvir a Bíblia desta forma transforma as Escrituras em uma espécie de Fábulas de Esopo ou os Contos de Fadas dos irmãos Grimm, onde a história existe com o propósito de ensinar uma lição para o prudente, e a história termina com "e viveram felizes para sempre”. Em seu Cartas do Inferno, C. S. Lewis apresenta o Screwtape (Fitafuso ou o Coisa-Ruim em português) escrevendo para Wormwood (Vermebile ou Cupim) na tentativa de persuadir Wormwood a minar a fé ao transformar Jesus em um grande herói e moralista.


10 Maio 2010

Onze Argumentos A Favor Da Expiação Limitada



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Dr. Robert Shaw oferece 11 argumentos para a expiação limitada ao comentar a Confissão de Fé de Westminster 8:8:

[CFW – 8 – 8: Cristo, com toda a certeza e eficazmente aplica e comunica a salvação a todos aqueles para os quais ele a adquiriu. Isto ele consegue, fazendo intercessão por eles e revelando-lhes na palavra e pela palavra os mistérios da salvação, persuadindo-os eficazmente pelo seu Espírito a crer e a obedecer, dirigindo os corações deles pela sua palavra e pelo seu onipotente poder e sabedoria, da maneira e pelos meios mais conformes com a sua admirável e inescrutável dispensação.
           
João 6:37; 39 e 10:15-16; I João 2:1; João 15:15; Ef. 1:9; João 17:6; II Cor. 4:13; Rom. 8:9, 14 e 15:18-19; João 17:17; Sal. 90:1; I Cor. 15: 25-26; Col. 2:15; Luc. 10: 19.]*


O sacrifício de Cristo derivou, da Sua pessoa, um valor infinito da dignidade; deve ser, portanto, intrinsecamente suficiente para expiar os pecados de toda a raça humana, tivesse havido essa intenção; mas, na designação do Pai, e na intenção do próprio Cristo, ela foi limitada a um número definido, àqueles que devem, em última análise, alcançar a salvação. Esta importante verdade pode ser confirmada pelos seguintes argumentos:

09 Maio 2010

A Depravação Total do Homem – Em Quatro Tiras



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08 Maio 2010

A Depravação Total do Homem - Em Três Gotas



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Depravação Total: Embora pessoas caídas sejam capazes de atos externamente bons (atos que são bons para a sociedade), elas não podem fazer algo realmente bom, ou seja, agradável a Deus (Rm 8:8). Deus, porém, vê o coração. E, do Seu ponto de vista final, o homem caído não possui qualquer bondade, tanto no pensamento, quanto na palavra ou nos atos. Ele [o homem caído] é, portanto, incapaz de contribuir com qualquer coisa para a sua salvação.

John Frame



Conhecer esse Deus, que tanto condescende em compartilhar tudo o que somos e nos fazer partilhar, em Jesus Cristo, de tudo o que Ele é, significa ser exaltado em Seu Espírito para partilhar no próprio autoconhecimento e auto-amor de Deus, até que sejamos capacitados a compreendê-Lo em alguma medida real, Nele mesmo, além de qualquer coisa que somos capazes de compreender por nós mesmos. É sermos erguidos ou retirados de nós mesmos, por assim dizer, em Deus, até que possamos conhecê-Lo e amá-Lo e desfrutá-Lo em Sua realidade eterna como Pai, Filho e Espírito Santo, de tal forma que a Trindade entre no tecido fundamental do nosso raciocínio a respeito Dele, o que se constitui na gramática básica da nossa adoração e conhecimento do Deus Único.

Thomas F. Torrance
De The Ground and Grammar of Theology (pg. 155)


07 Maio 2010

Três Pilares da Fé Reformada – Pilar III: A Completa Suficiência de Cristo



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“Ele vos deu vida,
Estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,
Nos quais andastes outrora,
Segundo o curso deste mundo,
Segundo o príncipe da potestade do ar,
Do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;
Entre os quais também todos nós andamos outrora,
Segundo as inclinações da nossa carne,
Fazendo a vontade da carne e dos pensamentos;
E éramos, por natureza, filhos da ira,
Como também os demais.

Mas Deus, sendo rico em misericórdia,
Por causa do grande amor com que nos amou,
E estando nós mortos em nossos delitos,
Nos deu vida juntamente com Cristo,
— pela graça sois salvos,
E, juntamente com ele, nos ressuscitou,
E nos fez assentar nos lugares celestiais
Em Cristo Jesus;
Para mostrar, nos séculos vindouros,
A suprema riqueza da sua graça,
Em bondade para conosco, em Cristo Jesus.” – Efésios 2:1-7


A segunda metade da passagem acima, de Efésios 2, é tão brilhante e cheia de esperança na mesma medida em que a primeira parte é escura e plena de desespero. A diferença surge em duas palavras: "Mas Deus", que introduzem a grande obra de Deus em Cristo para nos salvar de nossa morte e condenação e nos dar, ao invés disso, vida e glória.

06 Maio 2010

Três Pilares da Fé Reformada – Pilar II: A Depravação Total da Humanidade



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A partir de um conhecimento básico de Deus e de Sua soberania, agora nos voltamos para examinar um aspecto fundamental da nossa própria natureza. Uma vez que conhecemos algo da natureza de Deus e da nossa própria natureza, estaremos melhores equipados para examinar a obra de Cristo em toda a sua gloriosa plenitude. Todos os cristãos acreditam que os seres humanos são pecadores que precisam ser salvos de seus pecados. A maioria dos crentes também afirma que nascemos pecadores, ou seja, que temos uma “natureza pecaminosa" ou uma "carne", o que nos leva ao pecado desde o início de nossas vidas. Isso é um bom começo. A Bíblia realmente ensina essas verdades, mas isso não é tudo o que diz sobre a nossa natureza pecaminosa.

Então, somos pecadores e nascemos desta forma. Davi afirma isso no Salmo 51 quando declara: "Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe. (vs. 5). O que David diz de si mesmo no Salmo 51, o Salmo 58 diz a respeito dos "ímpios", o que podemos aplicar a todas as pessoas, "Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.” (vs. 3).

05 Maio 2010

Três pilares da Fé Reformada: Pilar I: A Soberania Absoluta de Deus



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Nos céus, estabeleceu o SENHOR o Seu trono, e o Seu reino domina sobre tudo. - Salmos 103:19


Você se lembra de quando descobriu que seu pai não era todo-poderoso? Quando era menino, eu realmente achava que meu pai podia fazer qualquer coisa. Meu pai é bastante habilidoso e grande (mais de 1,98 m), e para um garoto de 6 anos, ele se parecia com o Super Homem. No entanto, como todos vocês, eu tive que enfrentar a dura e lenta constatação de que meu pai não era, de fato, onipotente, até que, quando adolescente, passei a imaginar se o meu pai podia realmente fazer alguma coisa certa.

Algumas pessoas (mesmo aquelas que se intitulam "cristãs") acham que as nossas típicas experiências da infância com nossos pais terrenos é um modelo para aquilo que deve acontecer em relação a nossa visão de Deus ao longo do tempo, à medida que amadurecemos em nossa fé. As crises e os conflitos vêm, razão pela qual devemos ver que um mundo cheio de maldade é incompatível com um Deus todo-poderoso e completamente bom. Uma vez que todos nós acreditamos que Deus é bom, devemos então abandonar a idéia de que Deus é todo-poderoso em favor de um Deus que se parece muito mais como nossos pais limitados e falíveis.

04 Maio 2010

Três Pilares da Fé Reformada – Introdução



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A Soberania Absoluta de Deus, a Depravação Total da Humanidade e a Completa Suficiência de Cristo


Introdução


Cinco frases em latim mudaram o mundo. Estas cinco frases- sola Scriptura, sola Gratia, sola fide, solus Christus e soli Deo Gloria - formam o fundamento de nossa fé bíblica e reformada e a essência do evangelho sobre o qual nos sustentamos. Sob a autoridade da Palavra de Deus somente, cremos que somos salvos pela graça somente, através da somente da fé em Cristo somente para a glória de Deus somente. Juntas, essas cinco verdades formam o fundamento da família de Deus na fé. No entanto, embora sejam fundamentais, elas não são o fim completo da questão.

03 Maio 2010

Concessões - Às Vezes Sutis, mas Sempre Significativas



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Semelhante ao caos filosófico e moral que resulta do naturalismo, todas as formas de corrupção teológica surgem quando rejeitamos ou comprometemos a verdade literal do relato bíblico da criação e da queda de Adão.

Eu creio, é claro, que alguns Criacionistas da Terra Antiga¹ se mantêm fiéis à idéia da criação literal de Adão e afirmam que Adão foi uma figura histórica. Mas sua decisão de aceitar a criação de Adão como literal envolve uma mudança hermenêutica arbitrária sobre Gênesis 1:26-27 e mais uma vez em Gênesis 2:7. Se tudo em torno destes versos é tratado alegoricamente ou simbolicamente, é injustificável tomar aqueles versos no sentido literal e histórico. Portanto, o método criacionista da Terra Antiga de interpretar o texto de Gênesis, realmente prejudica a historicidade de Adão. Tendo uma vez decidido tratar o próprio relato da criação como mito ou alegoria, eles não têm bases para insistir (de repente e de forma arbitrária, ao que parece) que a criação de Adão é histórica e literal. Sua crença em um Adão histórico é simplesmente incompatível com a sua própria exegese do resto do texto.
...

02 Maio 2010

O Que é a Teologia do Pacto?



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A Teologia do Pacto é o Evangelho definido no contexto do plano eterno de Deus de comunhão com o seu povo, e sua realização histórica nos Pactos das Obras e da Graça (assim como nos vários estágios progressivos do Pacto da Graça). A Teologia do Pacto explica o significado da morte de Cristo, à luz da plenitude do ensinamento bíblico sobre os pactos divinos, fortalecendo a nossa compreensão da natureza e do uso dos sacramentos, e fornece a explicação mais ampla possível dos fundamentos da nossa perseverança.

Em outras palavras, a Teologia do Pacto é a forma bíblica para explicar e aprofundar nossa compreensão de: (1) a expiação [o significado da morte de Cristo]; (2) perseverança [a base da nossa confiança de comunhão com Deus e gozo de suas promessas]; (3) os sacramentos [sinais e selos das promessas dos Pactos de Deus - o que são e como funcionam], e (4) a continuidade da história redentiva [o plano unificado de salvação de Deus]. A Teologia do Pacto é também uma hermenêutica, uma abordagem para a compreensão das Escrituras - uma abordagem que tenta explicar biblicamente a unidade da revelação bíblica.

01 Maio 2010

Verdade Sobre Toda a Realidade



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Cristãos, cuja visão de mundo - cuja maneira de olhar o mundo - é decisivamente influenciada pela narrativa bíblica, não podem esquecer que nós, seres humanos, fomos feitos à imagem de Deus; que a nossa obrigação primária é reconhecer a nossa condição de criatura e, portanto, nosso prazeroso dever com o nosso Criador; que o pecado não é nada mais do que reduzir a divindade de Deus; de que a nossa dignidade como portadores da imagem de Deus é horrivelmente desfigurada por nossa rebelião; de que toda a raça, e toda a história humana, está correndo em direção a uma prestação de contas final perante este Deus que é tanto nosso Juiz quanto nosso Criador; que existe um novo céu e uma nova terra para se ganhar e um inferno para se temer; de que a nossa única esperança de reconciliação com este Deus é através dos meios que ele próprio estabeleceu em seu Filho; de que o povo de Deus é composto de seres humanos de todas as línguas, tribos e nações, e que, habilitados pelo Espírito de Deus, cresce na obediência pessoal e corporativa, e no amor, se alegrando por pertencer ao reino de Deus, na expectativa da consumação desse reino. Enquanto isso, somos intimados a fazer o bem a todos, e em especial - mas certamente não exclusivamente! - aos da família da fé. Em outras palavras, o Cristianismo não tem a pretensão de transmitir a verdade meramente religiosa, mas a verdade sobre TODA a realidade.


D. A. Carson
Truth About All Reality

30 Abril 2010

Os Tempos Estão Mudando



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Um dos mais antigos mistérios do pensamento teórico é a questão: O que é o tempo?

Immanuel Kant definiu o tempo e o espaço como "intuições puras". Vemos o tempo como algo intrinsecamente relacionado com a matéria e o movimento. Sem matéria e espaço [matéria e movimento], nós não temos como medir a passagem do tempo. Tempo, ao que parece, está sempre em movimento. Ele nunca pode ser interrompido.

Historicamente, temos medido a passagem do tempo com vários objetos materiais: o relógio de sol, que mostra o movimento das sombras em seu mostrador; a areia caindo pela ampulheta; os ponteiros movidos por engrenagens dentro de um relógio e os ponteiros de minutos e de horas que se deslocam em torno de um círculo de números. Eu medito ao olhar para um grande relógio de parede, observando o extenso movimento do segundo ponteiro. Olho para o doze no mostrador e aguardo o segundo ponteiro passar por ele. Baixo meus olhos para o número seis, e sei que o segundo ponteiro ainda não o alcançou, mas enquanto o ponteiro se arrasta em direção a parte inferior do mostrador, tenho a sensação do tempo se movendo tão rapidamente em direção ao futuro no número seis. Então, instantaneamente, o segundo ponteiro passa, e o que há um momento era futuro, agora já é o passado. Às vezes, quando experimento tais exercícios, desejo mandar o relógio parar. Mas ele não irá parar - ele não pode parar. Como declara o axioma, "O tempo não pára."

29 Abril 2010

Identidade Reformada e Confessionalidade



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Introdução

Uma das características originais da tradição reformada foi a sua confessionalidade. Nos séculos 16 e 17, os reformados, mais do que outras tradições protestantes, preocuparam-se em expressar formalmente as suas convicções doutrinárias por meio de declarações escritas. Essas declarações foram de dois tipos: confissões de fé e catecismos. As confissões de fé são documentos dirigidos tanto a um público interno quanto externo e consistem em uma exposição sistemática dos principais pontos da fé reformada. Já os catecismos são dirigidos principalmente aos fiéis, especialmente as crianças e os jovens, e geralmente têm a forma de perguntas e respostas.

Ao lado do pensamento dos reformadores suíços, essas declarações de fé constituem uma das principais fontes da teologia reformada. Elas são notáveis pelo seu número e variedade: a comunidade reformada formulou pelo menos cinqüenta confissões de alguma importância nos primeiros 150 anos. Algumas foram redigidas por indivíduos e outras por grupos; algumas são muito simples, outras altamente elaboradas. Seus tópicos são os temas clássicos da teologia reformada: Deus e o seu senhorio, a autoridade das Escrituras, o pecado e a salvação, a eleição, os sacramentos, a vida cristã (ética), etc. Muitos desses documentos abordam passagens clássicas da Escritura e da tradição cristã, tais como os Dez Mandamentos, a Oração do Senhor e o Credo dos Apóstolos (os reformados também aceitam os credos, as declarações de fé da igreja antiga).


28 Abril 2010

Os Catecismos de Westminster (1647-1648)



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Após concluir a Confissão de Fé, a Assembléia de Westminster concentrou-se na elaboração de um catecismo. Com o tempo, surgiu o consenso de que seriam necessários dois textos, “um mais exato e abrangente e outro mais fácil e breve para principiantes”. O maior destinava-se à exposição no púlpito, ao passo que o breve seria voltado para a instrução de crianças e adolescentes. O Catecismo Maior (1647) teve como principais redatores Herbert Palmer, autor de um aclamado catecismo publicado em 1640, e Anthony Tuckney, um erudito professor de teologia da Universidade de Cambridge. Além do Catecismo de Palmer, seu conteúdo doutrinário baseou-se no “Compêndio de Teologia” do bispo James Ussher e nas conclusões da própria Confissão de Fé. O Breve Catecismo (1648) foi preparado por uma pequena comissão, na qual se destacaram o já mencionado Tuckney e o brilhante matemático e teólogo de Cambridge John Wallis, um amigo íntimo de Herbert Palmer.

Google Tradutor

1 PEDRO 1:13

Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo.

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